“Sou um torcedor do tipo que chora”

presidente 4Com o contrato de parceria para a gestão do futebol renovado, o presidente Milton Vaz garante que fará uma gestão integrada com o carro-chefe do clube. Nas categorias de base, o Zeca busca talentos na Região Metropolitana.

O futebol é sempre visto como o carro-chefe do São José. Há muitos anos a direção de futebol é terceirizada. Como está essa relação com a direção do clube hoje? E quais seus planos?
Hoje eu posso dizer que há uma parceria de fato. Qualquer decisão do departamento de futebol passa por nós. Precisa da anuência do presidente. Eu resolvi entrar mesmo no futebol e por isso temos um bom diálogo. O clube hoje também tem participação em um percentual com a venda de atletas. Isso vai nos ajudar a fomentar uma estrutura melhor no futuro.

Uma gestão para fazer o São José decolar

As categorias de base do São José sempre foram uma referência pelos seus resultados. Mas fale um pouco do projeto de expansão do clube neste setor.
É uma forma de projetar o nosso nome, cumprir uma importante função social na formação de cidadãos pelo esporte e garimpar novos talentos. Já temos em funcionamento uma escolinha em Cachoeirinha e abriremos em breve outra, em Canoas. O plano é expandir isso.

Qual sua relação pessoal com o futebol?
Eu sou daquele tipo de torcedor que chora mesmo. Admito que, quando comecei a frequentar o Zeca, era gremista, mas hoje é São José em primeiro lugar. Dedico mesmo a minha vida a isso aqui.

E qual momento não vai sair da memória?
Aquele empate no Beira-Rio (4 a 4 pelo Gauchão 2015). Antes do jogo, em entrevista a uma rádio, eu falei: “podem até ganhar de nós, mas não vai ser bem assim”. E não é que o time fez um jogo histórico. Se tem mais cinco minutos, nós ganhávamos. Depois do jogo foi uma festa muito emocionante no vestiário. Sentir esses momentos é muito emocionante.

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