Grama sintética, tendência mundial!

  • especialista em treinamento físico desportivo e nutrição e para performance desportiva

A utilização de grama sintética esta virando uma tendência, pois em termos econômicos e de preservação não se compara com o gramado natural. Aqui no Rio Grande do Sul, assim como no estado do Paraná, temos um clima muito hostil no inverno. Chuva, granizo, geada, todas essas intempéries atrapalham muito no trabalho de campo.

Eu tenho o gramado sintético, como um aliado! Enquanto outras equipes não conseguem manter o seu microciclo de trabalho, devido a situações climáticas. Eu não tenho problema algum com isso, pelo contrário. Trabalho no meu local de jogo, sem deslocamentos ou maiores transtornos.

As lesões acontecem em qualquer lugar. Não somente por atuar em gramado sintético, mas sim devido diversos fatores, fisiológicos e corporais dos atletas. Porém, a incidência de problemas inflamatórios como: canelites, facites plantar, dores no quadril, joelhos e tornozelos são maiores devido ao seu impacto ser mais abrupto que no campo de grama natural. Quando se trabalha em gramado sintético, temos ter diversos cuidados para não agravar tais problemas. Como por exemplo, ter um volume (tempo) trabalho adequado e não extenso. Reforço muscular e articulares frequentes e para ter um resultado eficaz. Isso tudo ajuda no nosso dia a dia. Eu gosto muito do gramado sintético, porém temos trabalhar e usa-lo como aliado.

 

  • Leonardo Fortino 

Preparador Físico do Esporte Clube São José

 

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